Radyja em Ação

Loading...

CLUBE DO PITBULL DE SOROCABA

Esse BLOG é um espaço para os criadores de PITBULL de Sorocaba, se conhecerem, trocarem experiências, tirarem dúvidas, participarem nos nossos encontros, enfim...Um lugar para reunir TODOS OS APRECIADORES DE PITBULL!!!

5 Encontro de Pitbull em Sorocaba

5 Encontro de Pitbull em Sorocaba
IMAGEM da Semana ------- Faça Parte vc tambem!!!!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Vilão ou Vítima?

Pitbull: Vilão ou Vítima?
Desmitificando a raça



Muito tem se falado do pitbull. Será esta uma raça de cães assassinos em potencial? Ou será apenas mais uma vítima da falta de informação do público?


Assim como o bulldog, o American Pitbull Terrier é um cão que foi desenvolvido para brigas com touros e ursos. É extremamente forte e pode se tornar agressivo com o treinamento específico. No entanto, também pode aprender a ser pacífico e obediente. A raça como um todo possui certa tendência à combatividade, mas os filhotes não nascem agressivos. Se bem educado, o pitbull pode se tornar sociável e extremamente fiel ao seu dono, obedecendo a todos os comandos. Cães descontrolados, que atacam pessoas na rua, são frutos da ignorância - ou má fé - de seus donos.


É importante lembrar que freqüentemente são construídos mitos em torno de certas raças. Já foram vítimas o dobermann, o rottweiller e diversas outras raças de cães de guarda. Na mídia, ressalta-se sempre a ameaça que o cachorro e sua raça representam, freqüentemente deixando-se de enfatizar a imaturidade, a ignorância e a irresponsabilidade dos donos. O cão é sempre o vilão, que ataca sem ser comandado e até mesmo ataca o próprio dono, quando este tenta controlá-lo. Poucas pessoas sabem, no entanto, que este comportamento provém da criação inadequada do filhote e não de uma possível agressividade inerente ao cão ou à raça.


O que mais se vê atualmente são indivíduos inescrupulosos que treinam seus cães tornando-os violentos, como uma forma de reafirmar sua masculinidade e mostrar poder. Não é à toa que a raça está sendo associada a pessoas que praticam artes maciais com os mesmos objetivos.


Desta forma, todos os criadores e admiradores da raça pitbull estão arcando com as conseqüências de tais pessoas irresponsáveis, uma vez que a opinião pública foi voltada contra a raça e estão sendo votados projetos de lei em vários estados brasileiros em prol da eliminação do American Pitbull Terrier.


A idéia de proibir a raça, sacrificar ou mesmo castrar animais violentos é absurda se for tomada como uma medida isolada, pois logo serão encontradas outras raças que se encaixem nos objetivos das pessoas que atualmente criam animais agressivos. Tem-se sim que atacar a raiz do problema, punindo os responsáveis pelos acidentes.

sábado, 29 de maio de 2010

Sociabilidade e Obediência

O AMERICAN PIT BULL TERRIER
A História desta raça controversa é ainda e continuará provavelmente a ser uma carta fechada devido à grande dificuldade que existe em recolher e compilar a informação mais antiga que é quase inexistente. Mesmo dentro de uma série de incertezas, cães muito semelhantes aos desta Raça, existem há diversos séculos.

Os primeiros Dogmens (indivíduos que criavam e apuravam a raça), eram um grupo muito restrito e fechado entre eles uma vez que eles tinham o perfeito conhecimento dos perigos que a raça correria a partir do momento em que fosse “aberta ao mundo”, infelizmente eles estavam certos e a dispersão do American Pit Bull Terrier, foi aquilo que de pior aconteceu à raça, muita gente por todo o mundo, começou a usar e a abusar destes animais para fins ilícitos. O maior erro destes cães foi sem dúvida a escolha que fez para ser o seu melhor amigo – o Homem.



Uma vez que estamos a falar de história, é de toda a importância referir a herança e a carga genética destes animais e nunca esquecer que eles foram apurados com diversos objectivos, não só para lutas como é lugar comum dizer-se. O American Pit Bull Terrier, desempenhou funções de extrema importância como cão de utilidade e de trabalho, trabalharam nas minas, colaborando com o Homem a carregar minério nos estreitos túneis onde não cabiam outros animais de carga. Eram igualmente muito usados em pequenas explorações agrícola cujos donos não tinham posses para adquirir uma junta de bois, existiam arados feitos de medida para serem puxados por eles, existiu até quem os utilizasse para fazer prospecção de água, recorrendo a equipamentos próprios para o efeito e devidamente adaptados. Foi também e continua a ser utilizado pelas autoridades e forças militares (principalmente no Continente Americano), como cão de ordem pública, detecção de estupefacientes, explosivos e cão de busca e salvamento. O 1º cão a ser condecorado por serviços prestados ao exército Americano no decorrer da 1ª Guerra Mundial, foi um American Pit Bull Terrier, de seu nome é Stubby, tendo posteriormente alcançado o posto de Sargento – Sergeant Stubby (http://en.wikipedia.org/wiki/Sergeant_Stubby). O campo da busca e salvamento, também uma área onde estes cães dão cartas, foram os 1ºs a entrar no World Trade Center, adaptam-se extraordinariamente bem a esta função pelo facto de terem um bom faro e por terem uma resistência física e disponibilidade forma do comum.Para além disto, existiu ainda quem os tivesse apurado para a caça, para guarda e principalmente, para um “simples” animal de companhia. Existiram com toda a certeza outras funções dadas a estes cães mas que não se encontram documentadas ou nunca ouvimos falar sobre elas. No início do século XX, era o “pet” preferido da maioria das famílias Americanas. Todas estas funções requerem que possam ser facilmente manuseado pelo ser humano (crianças e adultos), como tal, é perfeitamente errada a noção que existe de que o Pit Bull é um cão naturalmente agressivo para com as pessoas, trata-se sem sombra de dúvida de um cão facilmente adaptável a muitas funções, sendo na nossa opinião desaconselhado o treino para desportos de Ringue (Mondioring, RCI, Campagne, Ringue Francês ou Ringue Belga) ou qualquer tipo de treino que vise despoletar no animal agressão contra o ser humano uma vez que estamos a contrariar tudo aquilo que existe na sua cabeça. Muitos dos acidentes que existe com estes cães, são fruto de condicionamentos errados, dados por desconhecedores ou por ignorância.



Nos dias que correm, desponta por todo o mundo uma nova função para estes cães, um desporto a que chamamos Gameness ou Game Dog. Esta actividade começou a ser desenvolvida em meados da década de 90 nos bairros problemáticos das grandes cidades do Brasil, com vista a desviar os donos de American Pit Bull Terrier’s de actividade ilícitas. A modalidade tem como objectivo máximo aumentar a cumplicidade entre o dono e o cão no decorrer dos treinos e das provas, devendo ser feita em locais próprios para o efeito e garantindo sempre todas as condições de segurança por forma a minimizar todos os risco de lesão ou dano físico ao cão. Em http://www.pitbulloeste.com/Desporto.htm , podem ser consultadas fotos e vídeos sobre este desporto. Este é sem dúvida um dos melhores meios que existem para garantir grandes momentos de diversão para o animal e para o dono.

Está provado cientificamente que apenas entre 18% a 20% do carácter do cão é fornecido pelos genes enquanto que tudo o resto é condicionado pela forma como o animal é criado e educado, assim sendo, podemos afirmar que, não só nesta raça mas em todas as outras que conseguimos moldar e adaptar o cão da forma como queremos, tendo sempre em conta as características do cão que temos em mãos, não existindo fórmulas mágicas ou estanques para o fazer.

No caso especifico do American Pit Bull Terrier, uma das partes mais complexas de trabalhar é, sem dúvida o difícil relacionamento com outros animais, ainda que cada vez mais comecem a surgir hoje em dia Pit Bull’s que consigam ter uma relação amistosa com outros cães, gatos e outros animais. Isto é fruto de um bom trabalhos de adestramento e educação. Tal como o contrário, é o resultado de um mão condicionamento de e de uma má educação. Há mais de uma centena de anos, alguém disse algo do género “O Criador fornece o cachorro para o dono possa fazer o cão”.

Existem uma série de mitos e lugares comuns a maioria deles perfeitamente errados e disparatados, sendo um dos maiores o facto do Pit Bull como o conhecemos hoje em dia, ter sido um cão “feito em laboratório”, efectivamente foram usadas diversas raças até chegar ao que conhecemos hoje em dia. No entanto, não é necessário um grande raciocínio para saber que na altura em que os primeiros exemplares a serem registados como American Pit Bull Terrier ainda não se tinha a mínima ideia do que viria a ser a manipulação genética.

Devido à grande diversidade de teorias, umas mais complexas que outra, como mais ou menos sentido, torna-se muito complexo estar a alvitrar sobre a que estará mais certo. O que interessa efectivamente reter é que a raça não é de forma alguma aquilo que a Sociedade em geral quer fazer dela e que o que é efectivamente importante é a forma correcta como somos ou não capazes de educar e condicionar o nosso cão.

Existem já diversas provas dadas da capacidade de relacionamento destes animais com o ser humano, desde a terapia com crianças deficientes, a provas desporto, cães de busca e salvamento etc.



Fonte: Max & Sonia - http://www.freewebs.com/max-sonia

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Amados por poucos, adiado por muitos respeitados por TODOS!!!!

Hoje a Raça de cães Pitbull, sofre um pré-conceito em relação ao seu comportamento que é generalizado a todos os cães da raça, sendo que casos isolados e de criadores despreparados.
Nós do Clube do Pitbull de Sorocaba, temos como foco atacar três itens que precisam ser combatidos:
1- Falta de informação;
2- Falta de Divulgação;
3- E o anonimato entre os criadores.


Informação:
Buscamos dar informações aos criadores, futuros criadores e a comunidade, sobre as excelentes qualidades da raça, coisa que hoje muitos exploram o lado ruim da qualidade, distorcendo injustamente ações dos cães, que são culpa dos próprios donos.
Mostrar que um cão com atitudes erradas é por que teve uma convivência problemática... todo cão nasce “bonzinho”...ele vai aprender o que lhe e ensinado e demonstrado...como carinho, afeto ou a raiva, violência..depende d como se cria.
Divulgação:
Queremos quebrar essa barreira entre os que conhecem a raça e a adoram por saber das qualidades (que é a minoria) e do outro lado a comunidade (que é a maioria), que somente vêem a raça como assassina violenta e etc....
Deixar em nossos encontros, os cães para serem acariciados, tirarem fotos...a população chegar perto e passar a mão nos cães, filhotes e conversarem com os nossos participantes sobre como é ter um Pitbull...
Com essa aproximação, vários filhotes já foram adotados por essas pessoas que conseguimos explicar as vantagens de um Pitbull.

Sair do anonimato:
Muito criadores hoje se sentem sozinhos nessa batalha, onde todos os apontam como um inconseqüente em criar um Pitbull, deixar ele perto de crianças ou até mesmo em sair para passear com o cão (que é essencial para todo cão).
Queremos acolher essas pessoas, mostrar que ele não está sozinho...que alem do Pitbull dele, somos muitos os que amam os cães....que o Pitbull dele não exceção em ser manso.
Com isso nós estamos crescendo a cada dia, muitas pessoas vêm até nós por meio de amigos que ouviram falar do Clube.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Onde tudo começou: Os Molossos


Desde que a criação de cães se tornou sistemática, a transformação dos cães em especialistas numa determinada tarefa sempre foi uma meta a ser atingida. A seleção de cães até meados do século passado sempre teve como propósito o emprego do cão: pastores, guardas, caçadores dos mais diversos tipos, farejadores e o nosso grupo alvo: os cães de combate.

Sua origem é incerta, composta de fragmentos que dão margem a muita imaginação na montagem deste quebra-cabeças.

Alguns teóricos apontam esta origem para o Tibete e Nepal, como descendentes diretos do lobo preto tibetano. Esta teoria é baseada em literatura chinesa de 1121 A.C., bem como em cerâmicas, murais etc e prega que esses cães são a base de todos os molossos, expandindo-se gradualmente para outras regiões.

Outros pregam que regiões menos desenvolvidas culturalmente possam também ter desenvolvido raças similares, porém não houve registro. Migrações, rotas comerciais, campanhas militares etc teriam então difundido tais cães. Tal teoria é suportada por escavações que encontraram crânios de lobos de proporções similares aos dos atuais molossos por todo o Velho Mundo.

Origem dos dados:www.pitbull.com.br

OS CAMPOS DE BATALHA


A caça de grandes e perigosos animais

Esta modalidade de caça concentrava-se basicamente em cinco animais: aurochs, stag, bisão, javali e urso. Teve sua origem na Idade Média e durou até fins do século passado.
Os três primeiros eram espécies de gado selvagem. Alguns chegavam a atingir 1,80m na cernelha e pesar 700kg, sendo animais incrivelmente ágeis para o seu tamanho. Os javalis chegavam a mais de 1m de altura e possuíam presas poderosas. Os ursos atingiam 1,25m e os maiores exemplares chegavam a 350kg.

A caça desses amimais sempre foi um desafio para o homem. Tais caçadas eram tão prestigiadas que eram, por lei, reservadas a reis, nobreza e grandes proprietários de terras. Como muitos cães perdiam a vida nessas caçadas, camponeses e servos eram obrigados a criar e ceder esses cães para a nobreza.

Fartamente ilustradas, as pinturas de caçadas retratam cães bastante similares aos atuais mastiffs e greyhounds. Porém, gravuras de meados do século passado retratando caçadas de javalis na América mostram claramente o emprego de Pit Bulls de maior estrutura. Relatos de caçadas de ursos, búfalos e elefantes utilizando bull-and-terriers de 20kg podem ser encontrados no livro de George P. Sanderson Thirteen Years Among the Wild Beasts of India, de 1870.

Este tipo de caçadas, diferentemente do que ocorre com o que imaginamos como caçadas com cães (com pointers, retrievers, spaniels), exige animais com determinação, coragem e tolerância a dor excepcionais, características só encontradas nos cães de combate.

Cães de Guerra


Seja qual for sua origem, registros de sua atuação nos campos de batalha não faltam:

- Hamurabi, rei da Babilônia, já empregava cães gigantescos com seus guerreiros em 2100 A.C.

- Os Lídios, tribo asiática, utilizaram um batalhão de cães em suas guerras contra os Kimérios (628 – 571 A.C.)

- Os persas do Rei Kambyses também os utilizaram contra os egípcios em 525 A.C.

- Na batalha de Maratona, um cão de guerra ateniense foi imortalizado como herói em um mural.

A partir de cerca do ano 100 D.C., os romanos passaram a adotar uma companhia de cães por legião. Anos antes, durante a invasão da Inglaterra, os mastiffs ingleses se mostraram muito superiores aos cães romanos, sendo trazidos para Roma e utilizados em lutas no Coliseu.

Em tempos mais recentes, os espanhóis os utilizaram no México para dizimar os povos locais; o Conde de Essex, no reinado de Elizabeth I, também lançou mão deles para sufocar, de forma sangrenta, um levante irlandês; Napoleão determinou que fossem utilizados na batalha de Aboukir.

Nas guerras deste século, os cães também foram largamente utilizados, porém não mais diretamente no combate e sim como mensageiros, guardas, detetores de minas etc. O emprego dos grandes molossos tinha acabado.

Encerrou-se, então, uma era em que a coragem e a devoção do cão a seu master foi testada como nunca. E foi comprovada na mais cruel das situações, onde coragem e bravura são requisitos para a sobrevivência:

Cão de Briga

O Pit Bull é considerados por muitos o melhor cão de combate, capaz de vencer oponentes duas ou até três vezes maiores. Sobressai-se pela coragem , agressividade , vigor, robustez , agilidade, incansável persistência, habilidade para lutar e morder, grande resistência física, tolerância à dor e grande capacidade de recuperação dos ferimentos. Isso não significa porém que, por índole, ele ataque indiscriminadamente pessoas e que deva ser usado em rinhas, o dono educa o cão!

Depois que o Pit Bull ataca o dono ou membro da familia uma vez. ele não gosta de atacar a mesma pessoa (sendo o dono ou membro da familia)

American Pit Bull Terrier é uma das únicas raças desenvolvidas, se tendo como uma das qualidades necessárias fundamentais, a completa falta de agressividade contra seres humanos.
Origem dos dados: Wikipédia